Seja bem vindo(a)! Vamos aprender a aprender. Esse é o desafio.

Convido você a aprender a aprender.
Através de leituras, pesquisas e novos saberes.., vamos buscar um novo conceito de ensino, onde o aprendiz é autônomo e independente.
Ele trilha seu próprio caminho e alcança seus objetivos.
Educação flexivel, aqui vamos nós..!!

domingo, 11 de setembro de 2011

Jurista defende educação a distância para melhorar cursos de Direito



Vale a pena conferir a opinião bastante inovadora  do  jurista Ives Gandra da Silva Martins, professor emérito da Universidade Mackenzie, de São Paulo, sobre a EaD no ensino do Direito no Brasil..

Faço aqui  algumas observações a respeito do exposto pelo digno professor, sendo certo que minha opinião é compartilhada por outros seguidores do blog educaçãoadistancia.blog.br:

1)   A Educação a Distância não se centraliza apenas no professor, há a necessidade da efetiva participação do aluno na busca de seus objetivos. Para tanto, é essencial que o aprendiz  ‘faça sua parte’.

2)       Pensar que apenas professores com alto nível de formação são os responsáveis pelo bom ensino, há muito é uma afirmação que não se fundamenta.

3)      Não são apenas os grandes centros que possuem Instituições de Ensino de boa qualidade.

Como professora de Direito, acredito nas novas metodologias, mas acredito também na necessidade de um trabalho árduo de conscientização dos alunos para o entendimento de sua real participação no processo. 

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

UM BREVE RELATO DAS NOVAS EXPERIÊNCIAS E APRENDIZADO


“A arte suprema do mestre consiste em despertar o gozo da expressão criativa e do conhecimento”
                                                                                                      (Albert Einstein)


                   Com o início dessa Pós Graduação em Metodologias e Gestão para Educação a Distância uma nova realidade e novos conceitos foram assimilados, sendo esse o momento de colocar, ainda que sucintamente, tais conhecimentos para serem avaliados.

                  Inicio o relato das experiências vivenciadas desde então, com base na leitura de Assman – 2007, afirmando que a humanidade entrou numa fase em que não é possível controlar e colonizar inteiramente a explosão dos espaços do conhecimento.

                   A educação não deve ficar de fora dessa grande mudança, e sim ocupar lacunas de forma criativa, com acessos ao conhecimento disponível e buscar a formação de seres humanos em que a criatividade e a ternura sejam necessidades vivenciais e  elementos definidores dos sonhos de felicidade individual e social.

                   Assim, parte-se de um mergulho na história da Educação a Distância e percebe-se que essa modalidade não é em sua essência uma novidade, tendo a EaD a idade comparada a da escrita.., passando por gerações até chegar a EaD on line e o surgimento de várias associações de instituições de ensino a distância.

                   No Brasil, a EaD passa por etapas como os estudos por correspondência, mídias (televisão e rádio), mas é a partir de 1996 que a EaD entra oficialmente no palco da educação brasileira. Hoje depara-se com a continuidade da utilização da EaD em cursos livres, profissionalizantes e no universo corporativo.

                   O novo papel do aluno e do professor também é uma realidade que se impõe.

                   Com a internet, um aluno de qualquer lugar do planeta pode complementar sua aprendizagem. Os professores Carmem Maia e João Mattar – 2007,  utilizam o termo ‘aluno universal’.

                   O aprendiz agora aprende em qualquer lugar – e o desafio é desenvolver diferentes abordagens para o seu aprendizado. A essência então, é a capacidade de pesquisar e avaliar fontes de informação, transformando-as em conhecimento.

                   Auto determinação e orientação, capacidade de selecionar, tomar decisões e de organização, são algumas habilidades necessárias ao aluno virtual, assim como aprender de modo autônomo, desenvolver estratégias de estudo adequadas, utilizar e explorar os novos recursos de comunicação, sendo certo que a aceitação a esses novos hábitos, não ocorre de forma fácil, vez que arraigado o estilo tradicional de ensino. Cai por terra a aprendizagem de forma passiva.

                   Há na verdade a necessidade de adaptação e aceitação para a nova realidade.

                   Quanto ao professor, muito se discute sobre o papel dos mesmos. Seria a EaD a extinção dessa figura?  Na verdade, verifica-se uma nova roupagem, uma nova postura e enfim, novos desafios e funções a serem desempenhadas.

                   Concluindo, pode-se afirmar que o desafio é grande e que a vontade de aprender a aprender deverá ser ainda maior diante da nova realidade que se impõe em termos de Educação.


Leituras: 

ASSMAN, Hugo. Reencantar a Educação: rumo a sociedade aprendente - 9a.ed., Petrópolis, RJ: Vozes, 2007

MAIA, Carmem. ABC da EaD a educação a distância hoje - 1a.ed. São Paulo, SP: Pearon Education - Empresa Cidadã, 2007

MATTAR, João. Os usos da Educação a Distancia - Departamento de Extensão e Pós Graduação. Anhanguera Educacional, 2011

MATTAR, João. Educação a Distancia no Brasil e no Mundo- Departamento de Extensão e Pós Graduação. Anhanguera Educacional, 2011

MATTAR, João. A História da Educação a Distancia - Departamento de Extensão e Pós Graduação. Anhanguera Educacional, 2011